PsicoPara

Aviso de Privacidade

Versão 1.2-minuta · atualizado em 06/08/2026

Minuta técnica. Este texto descreve o que o sistema faz hoje e ainda não passou por revisão jurídica. Ao criar sua conta você concorda com o conteúdo desta versão; qualquer alteração relevante será comunicada.

1. Quais dados tratamos

Seus dados profissionais: nome, CPF, CRP, telefone, e-mail e os dados da clínica que saem impressos no laudo.

Dados das pessoas avaliadas: nome, CPF e as informações que constam do laudo, além do resultado da avaliação. Esses são dados de saúde. Telefone, e-mail, RG e endereço ficam cifrados em repouso; nome, CPF, a UF do endereço e o resultado da avaliação ficam em texto legível, porque são exatamente o que precisa ser localizado e conferido para que o laudo cumpra a função dele. As operações relevantes sobre os registros ficam em log de auditoria. O arquivo PDF fica guardado no servidor, fora da internet, e só é entregue a quem a seção 5 descreve — mas ele não é cifrado em disco.

2. Quem responde pelos seus dados

A plataforma PsicoPara é operada por Ubiracy Ramos de Carvalho Junior, que pode ser contatado pelo e-mail contato@psicopara.com.br — o mesmo endereço atende como canal do Encarregado pelo tratamento de dados pessoais (art. 41 da LGPD).

O(a) psicólogo(a) é o(a) controlador(a) dos dados das pessoas que avalia: é quem decide avaliar, o que registrar e por quanto tempo guardar. O PsicoPara é operador — trata esses dados apenas para prestar o serviço a ele(a) e conforme as instruções dele(a).

Isso tem uma consequência prática. Um pedido de acesso, correção ou eliminação feito por uma pessoa avaliada é decidido pelo(a) profissional que a avaliou. O nome e o contato dele(a) constam do laudo que você recebeu e da página pública em que você preencheu os seus dados. Se você não conseguir alcançá-lo(a), escreva para contato@psicopara.com.br: encaminhamos o seu pedido a quem decide e executamos o que for decidido — mas a decisão não é nossa.

Quanto aos dados da conta profissional (nome, CPF, CRP, contato e a situação do plano), o controlador é o PsicoPara.

3. De onde vêm os seus dados

Se você é a pessoa avaliada, os seus dados chegam aqui por um destes caminhos — e em nenhum deles o sistema os obtém por conta própria:

O que a página pública pede: nome, CPF, data de nascimento, sexo, estado civil, escolaridade, profissão, telefone e e-mail; e, se você quiser, o nome e o e-mail do despachante que cuida do seu processo, para que ele possa receber o laudo. Na página pública não pedimos documento digitalizado, foto nem qualquer anexo, e o que você digita ali não passa por leitura automática — a ressalva é o laudo externo do terceiro item acima, que quem anexa é o(a) profissional, não você.

Preencher é opcional. Se preferir não usar a página, o(a) profissional coleta os mesmos dados diretamente com você — nada lhe é negado por isso. Você não cria conta nem senha.

O que você envia não vira cadastro sozinho. Chega como um pedido, que o(a) profissional confere antes de aceitar; se você já for cliente dele(a), ele(a) escolhe campo a campo quais dos seus dados pessoais atualizar — o despachante que você indicar, esse, é gravado sem essa escolha campo a campo.

Se ele(a) recusar, o pedido é apagado do sistema. Se você começar e não terminar, o rascunho é apagado automaticamente na primeira varredura após 6 horas (que ocorre de hora em hora). Enquanto aguarda resposta, o conteúdo fica cifrado. Em ambos os casos, cópias podem subsistir nos backups cifrados até a expiração do ciclo de retenção, que inclui uma cópia mensal de conservação permanente.

Não enviamos e-mail de confirmação, e isso é deliberado: o endereço digitado ali não é verificado por nós, e uma mensagem automática sobre avaliação psicológica que chegasse ao destinatário errado revelaria a um terceiro que você vai passar por ela. A confirmação é a própria tela exibida ao final do preenchimento. Confira o endereço com atenção: é para ele que o(a) profissional poderá, mais adiante, enviar o link do seu laudo.

O aceite que você marca naquela página registra que você foi informado(a) e concordou que esses dados sejam usados pelo(a) profissional para a sua avaliação e para a emissão do laudo — e só para isso. O tratamento de dado de saúde apoia-se no art. 11, II, “f”, da LGPD (tutela da saúde, em procedimento realizado por profissional de saúde) e, quanto à guarda do documento, no art. 11, II, “a” (cumprimento de obrigação legal e regulatória). Você pode voltar atrás a qualquer momento falando com o(a) profissional: enquanto o pedido não tiver virado cadastro, ele é descartado; depois de o laudo ter sido emitido, o documento segue sujeito ao prazo de guarda da seção 7.

4. Por que tratamos

Para emitir e guardar o laudo psicológico que a norma exige, e para que o instrutor de tiro possa conferir se existe laudo válido na data da prova — exatamente a finalidade para a qual o documento é feito.

5. Com quem compartilhamos

Com o instrutor de tiro que tem você no cadastro dele: ele enxerga o laudo completo — o resultado e o arquivo PDF. Não é preciso autorização prévia do(a) psicólogo(a) para isso: é o instrutor quem emite, sob a responsabilidade dele, o laudo de capacidade técnica que depende desta avaliação, e ele responde por conferir se ela é válida.

E um instrutor que ainda não o(a) tem no cadastro, ao digitar o seu CPF na tela de cadastro de cliente, vê que existe um laudo psicológico e as respectivas datas — não o resultado nem o arquivo. Isso existe para ele não redigitar dados que já constam do sistema; informamos porque é, ainda assim, uma informação sua visível a quem ainda não o(a) atende.

Com o despachante que cuida do seu processo, quando houver: o(a) psicólogo(a) pode enviar o laudo a ele por e-mail, com um link de download — basta que você ou ela o tenham indicado, sem necessidade de qualquer confirmação prévia. O acompanhamento do andamento dentro do sistema do despachante, esse sim, depende de o instrutor ter confirmado o vínculo com ele.

Não vendemos dados e não os usamos para publicidade.

6. Empresas que operam a infraestrutura, e o processamento no exterior

Para funcionar, o PsicoPara usa serviços de terceiros que tratam dados pessoais por conta e ordem nossa, apenas para prestar o serviço, sem uso próprio:

QuemO que recebe
Hospedagem (HostGator) O servidor onde o sistema roda e o banco fica.
Envio de e-mail (Postmark) O conteúdo das mensagens enviadas pelo portal — incluindo o link de download do laudo quando ele é enviado a você ou ao despachante — e o endereço do destinatário.
Inteligência artificial (Google) Dois casos, e só eles: (a) o arquivo do laudo emitido em outro lugar, quando o(a) profissional o anexa e pede a leitura automática (seção 3); e (b) uma lista de nomes e CPFs, quando ele(a) usa a leitura por IA para cadastrar várias pessoas de uma vez. Nos dois casos o uso é opcional — há um caminho equivalente que não envia nada — e o resultado é conferido por ele(a) antes de virar cadastro.
Cópia de segurança (Google Drive) Uma cópia do banco e dos arquivos, cifrada antes de sair do servidor. Quem hospeda a cópia não tem a chave para abri-la.

Processamento no exterior. Esses serviços ficam nos Estados Unidos, o que caracteriza transferência internacional de dados (arts. 33 e seguintes da LGPD). As salvaguardas que adotamos são a cifragem — do tráfego sempre, e do conteúdo da cópia de segurança antes do envio — e os compromissos contratuais de proteção desses fornecedores.

Se você preferir que os seus dados não passem pela leitura automática, informe ao(à) profissional: o cadastro e o registro do laudo funcionam sem ela.

7. Por quanto tempo

O laudo emitido é conservado por prazo indeterminado. Ele tem valor probatório perante a Polícia Federal e pode ser exigido como comprovação muito depois de vencido; por isso não há eliminação automática por decurso de prazo. A validade de 1 (um) ano é o período em que ele serve para autorizar a prova — não é o prazo em que ele é apagado.

O pedido de cadastro que você preenche na página pública segue os prazos da seção 3: o rascunho abandonado é apagado na primeira varredura após 6 horas; o pedido recusado é apagado do sistema; o pedido aceito deixa de existir como pedido e passa a ser o seu cadastro.

Cópias de segurança cifradas são mantidas com acesso restrito, exclusivamente para recuperação de desastre, e incluem uma cópia mensal de conservação permanente. Uma eliminação feita no sistema não alcança retroativamente essas cópias.

Pedidos de eliminação são decididos pelo(a) profissional (seção 2), e podem ser recusados quando o documento estiver sujeito a guarda obrigatória (art. 16 da LGPD).

8. Seus direitos

Se você é o(a) profissional: pode pedir acesso, correção ou exportação dos seus dados e o encerramento da conta.

Se você é uma pessoa avaliada: a LGPD (art. 18) lhe garante confirmação de tratamento, acesso, correção, anonimização, portabilidade, eliminação e informação sobre com quem seus dados foram compartilhados. Quem decide esses pedidos é o(a) profissional que o(a) avaliou, pela razão da seção 2. Se você não souber como falar com ele(a), escreva para contato@psicopara.com.br que encaminhamos. Alguns pedidos podem ser recusados por ele(a) quando o documento estiver sujeito a guarda obrigatória (art. 16 da LGPD) — nesse caso você tem direito à justificativa, e pode peticionar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

9. Segurança

Tráfego cifrado; parte dos dados pessoais cifrada em repouso, na medida descrita na seção 1; acesso restrito por conta e registro de auditoria das operações relevantes. Os arquivos PDF ficam no servidor, fora da internet, e são entregues apenas a quem a seção 5 descreve.

10. Contato

contato@psicopara.com.br · (94) 98449-9989